Go to Admin » Appearance » Widgets » and move Gabfire Widget: Social into that MastheadOverlay zone
Uma das lições mais facilmente aprendidas pelos novos prefeitos é que, no primeiro ano, podem fazer qualquer ação impopular e descumprir promessas, porque ao longo dos quatro anos do mandato o eleitor irá esquecer.
Os dois últimos prefeitos de Joinville acreditaram nisso e o desfecho todos conhecem.
Há uma aposta cega e irracional de que a publicidade pode compensar a quebra de promessas. Foram exatamente os gastos em publicidade que quase cassaram o ex-governador Luiz Henrique da Silveira no Tribunal Superior Eleitoral (salvo por uma manobra que suspendeu o julgamento quando perdia por 4 votos a zero).
Foram também os gastos com publicidade que causaram a condenação do ex-prefeito Marco Tebaldi no TJ/SC e a cassação do registro de candidatura do ex-prefeito Carlito Merss, nas últimas eleições.
Os primeiros atos do atual prefeito deixam claro que, novamente, as apostas estarão na publicidade oficial para acobertar medidas impopulares. A encenação do decreto que fixou a passagem de ônibus em R$ 2,90 confirma que o prefeito pode definir o valor da passagem por decreto (R$ 2,40, R$ 2,75, R$ 2,90…).
Além de ignorar o valor esperado pela população de R$ 2,40 para a passagem do ônibus, o decreto de Udo também esqueceu dos estudantes, que teriam que pagar só meia passagem, e dos idosos com mais de 60 anos, que teriam a mesma gratuidade daqueles de 65 anos ou mais.
donizete de aguida
20 de janeiro de 2013 at 10:59
Vale lembrar que Curitiba, além de ter o transporte mais barato, é muito mais eficiente, integrando toda a região metropolitana, há mais de vinte anos. Ah! só que lá não é dominado por apenas duas empresas. E esse prefeito, terá peito para fazer a nova licitação do transporte coletivo de joinville ou está só fazendo charminho com o monopólio? E de carona o deter poderia desenrolar, junto ao Governo do Estado, integrando a nossa região metropolitana, que já existe, de fato.
Bebeto.
Albertina Mendes
18 de janeiro de 2013 at 13:20
Gente, vamos deixar de demagogia. Ninguem consegue suportar despesas sem receita. O Sr, UDO fará uma grande administração. Temos que dar um tempo. Ele tem que colocar a casa em ordem. Ontem, ouvi que o ex-Carlito, deixou uma divida de mais ou menos 200 milhoes. Udo é administrador, competente, sério, fará uma excelente administração. Não sou política, tambem sou administradora e sei do que estou falando. Aguardem!!!!
Amarildo Gonçalves Junior
15 de janeiro de 2013 at 18:57
Valor da Passagem em Curitiba!!
Bem melhor que Joinville.
. A tarifa de R$ 2,50 passa a ser de R$ 2,60 para as linhas que compõem a Rede Integrada de Transporte (RIT). O reajuste é consequência do aumento salarial dos motoristas e cobradores e da revisão anual prevista em contrato.
Aos domingos, a tarifa continua custando R$ 1, valor que é mantido desde 2005. Já a Linha Turismo, passa a custar R$ 27, ante os R$ 25 que eram cobrados, e a linha Circular Centro passa de R$ 1,50 para R$ 1,60.
André Luis
14 de janeiro de 2013 at 20:19
Sim. mas me explique por que Curitiba é barato?
Osmar Querino da Silva
12 de janeiro de 2013 at 23:46
Eu acho que o sr. Kenedy precisa virar o disco, isto já está virando gozação na cidade. tem muitas coisas importantes a fazer na assembleia, pois que ele vá trabalhar e trazer algum benefício pra Joinville.
E olha, eu pertenço a Igreja Assembléia de Deus e não concordo com a atitude desse Senhor.
wagner paulo
17 de janeiro de 2013 at 8:40
O Kenedy tem que fazer oposição sim se senhor, a campanha da próxima eleição já começou,tem que mostrar as mentiradas de udo.
jose edmundo krug
12 de janeiro de 2013 at 22:53
Só para esclarecer que o valor da passagem pleiteada pelo candidato derrotado no segundo turno é totalmente impossível de ser praticado. Me diz qual a cidade do pais, com o porte de joinville tem a passagem de 2,40.
Ademais, por que não assinam a matéria quando publicam. Já lhes respondo. Não tem nenhum fundamento. somente demagogia barrata e sem ética nenhuma, aliás, ética que tanto dizem prega e não se percebe em lugar nenhum.