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Neste sábado, 9 de março, Joinville comemora 162 anos de história. Apesar de a cidade estar passando por um período de transição política, com uma nova administração à frente da prefeitura, há muito pouco para se comemorar.
Em sessenta dias de governo, a gestão Udo Döhler pouco fez pela população que o elegeu. A passagem de ônibus, promessa de campanha, continua entre as mais caras do País. Dezena de milhares de consultas com médicos especialistas continuam represadas na Saúde. A tarifa de água, municipalizada, continua sendo a mais cara de Santa Catarina.
O propalado “choque de gestão” se mantém inerte, decepcionando uma população ávida por tempos melhores que façam jus ao tamanho e a grandeza da maior e mais rica cidade do Estado.
Ao contrário da mudança almejada, até o discurso para justificar a inoperância atual é o mesmo do prefeito anterior: não há dinheiro para investimentos.
Desconsidera-se a estimativa orçamentária de quase R$ 2 bilhões para 2013. Ignora-se a facilidade para conseguir financiamentos com contrapartidas quase que irrisórias ou a “fundo perdido” nas esferas: estadual e nacional.
Espera-se que o atual prefeito dê a cidade um real motivo para comemorarmos o aniversário de 163 anos, em 2014, quando o Brasil será sede da Copa do Mundo, segundo maior evento esportivo do planeta.
A população joinvilense não elegeu Udo para escutar dele que a cidade continuará estagnada por falta de recursos. Döhler foi eleito para cumprir promessas de campanha que até agora continuam apenas promessas.