Widgetized Section

Go to Admin » Appearance » Widgets » and move Gabfire Widget: Social into that MastheadOverlay zone

EDITORIAL: Exército de um homem só

A precariedade do sistema prisional brasileiro foge da sua principal finalidade que é a reinserção daqueles que violaram a lei. Ao contrário, as cadeias do País aumentam ainda mais o número de violência que é provocada a maioria das vezes por pessoas que já cumpriram algum tipo de pena.

Além de perder o direito à liberdade, os detentos perdem outros direitos que não fazem parte dela, passando a ter, em alguns casos, um tratamento execrável e a sofrer castigos que acarretam na degradação de sua personalidade e de sua dignidade.

Os recentes ataques arquitetados por facções criminosas que assolaram Santa Catarina serviram para trazer à tona a realidade que há tempos se faz presente nos presídios do país.

A preocupação com este barril de pólvora, em que se transformou o sistema carcerário, sempre esteve presente na vida do juiz joinvilense João Marcos Buch.

João Marcos tenta reverter o quadro caótico da carceragem da maior cidade do Estado. Nem que para isso, tenha de tomar decisões polêmicas como a soltura de detentos (menos criminosos) por falta de vagas no presídio ou conceder liberdade provisória para um criminoso preso que não compareceu a audiência por falta de viatura para conduzí-lo ao Fórum.

Exemplo a ser seguido, João Marcos Buch sabe que ressocializar um condenado é necessário. Tratar presos como bichos enjaulados apenas incentiva os detentos a formarem uma verdadeira escola criminosa dentro da cadeia.

Share this:


Share this page via Email


Share this page via Stumble Upon


Share this page via Digg this


Share this page via Facebook


Share this page via Twitter
Posted by on 13 de março de 2013. Filed under Geral. You can follow any responses to this entry through the RSS 2.0. Both comments and pings are currently closed.